Relacionamento

   

 

                            Fases do Relacionamento

 

 Tema bastante presente nas relações humanas sejam afetivas, conjugais, sociais e até profissionais. Quero abordar neste post as relações afetivas e conjugais.

Você foi à Balada, ao cinema, ao teatro, ao mercado a uma reunião profissional, de repente… seu olhar cruza com o de alguém e você passa a ter certeza de que é aquela a pessoa para estar ao seu lado para o resto da vida!!!!

Muita calma nessa hora!!!  Segure seu entusiasmo e expectativas por um momento, pois é preciso esclarecer que tudo depende de como vocês vão conduzir esse relacionamento, que comportamentos terão no auge do entusiasmo e nos momentos de crise que surgirão.

Como agir então frente essas fases do relacionamento?

Fase Mágica– (seu desafio: Manter os pés no chão enquanto a cabeça está nas nuvens)

Desde o dia que se conheceram, você vive o puro êxtase. A paixão é poderosa e provoca toda essa euforia. Ela dá mesmo um barato químico instantâneo. Bastam 60 segundos para ativar um circuito cerebral, o circuito do prazer ou da recompensa.  Essa alteração leva você a acreditar que sua felicidade depende dessa pessoa, que ela irá resolver sua vida (como se isso fosse possível). É nesse momento que surge a tendência a você se anular, por ser merecedor de tanta felicidade. Essa decisão é perigosa, pois não é consciente, vai acontecendo aos poucos e “em nome do amor”.

Você não faz nada sem o seu amor; vai se afastando de seus amigos, seus projetos, perde sua individualidade.

O que você deve fazer? Abra o olho! Nenhum relacionamento resiste à perda da autonomia e identidade.

Fase Ele(a) é mortal! tem defeitos – (seu desafio: Avaliar se dá ou não para viver com o que você não gosta nele(a), suas características e seus valores).

Todos que já se apaixonaram sabem que nossa tendência é enxergar só qualidades que desejamos no outro. Focados em nosso próprio desejo passamos a viver o “estrabismo” emocional”. Seu amor é uma pessoa com qualidades e defeitos, mesmo assim pode ser para o resto da vida.

O que fazer? Observe quem é de verdade essa Pessoa; jogue fora o excesso do romantismo e de entusiasmo; aí sim, poderá construir um amor verdadeiro.

Fase Entrei na rotina– (seu desafio: Aprofundar a relação).

Se há amor, com o passar do tempo ele só aumenta. O problema é que achamos que acabou a novidade e aí perdeu a graça. É importante conhecer características e sonhos de cada um, pois o conhecimento vai solidificando a parceria e o amor. Não veja a rotina como negativa, ela dá segurança, mas deve ser sempre estimulada e renovada.

O que fazer? Amadureça seu relacionamento.

Fase Depois da briga- (você nunca imaginou que brigariam)?

Casais começam a brigar por terem intimidade e querem estabelecer seu espaço, seu próprio território, seus limites. Isto não é ruim …é sinal que estão mais seguros entre si e podem até discutir temas mais delicados. O fato de pensar” um nasceu para o outro”, não significa serem a mesma pessoa, nem iguais. O que fazer? Converse, discuta, mas não esqueça o respeito.

Fase Nosso Futuro– (desafio: É com essa pessoa que quero construir minha vida?)

As mulheres são mais susceptíveis a entrar em relacionamentos com expectativas irreais.

O que fazer? Dê um tempo, a ideia é deixar as emoções se estabilizarem e resistirem às loucuras da paixão. A partir daí comece a fazer planos para algo mais sério, casamento, etc.…

Fase 2 ou 1– (desafio: Manter a individualidade).

O clima de “lua de mel” dos primeiros meses, leva você ao risco da fase mágica, onde a tendência a se anular é o grande perigo. Abrindo mão de hábitos saudáveis de solteiro(a) sem dó, nem saudosismo.Haja negociações e concessões!O que fazer? Abra mão da idéia de que tudo deve ser feito junto. Manter a individualidade é fundamental para que não se sintam sufocados e o relacionamento se torne uma prisão insuportável.

Fase Dormindo com o amigo(a) – (desafio: Manter aceso o desejo sexual).

Sabe o velho pijama surrado que você adora? A intimidade e a convivência, não podem trazê-lo de volta. O cuidado de um com o outro aparece com naturalidade, mas não pode substituir o desejo. Não se pode substituir o desejo pela amizade. Não se espera nesta fase, sessões de sensualidade, mas a relação precisa de motivação; o que fazer? Voltar a lugares que vivenciaram momentos de grande paixão, usar uma peça intima arrojada ou inovadora, falar sobre novas descobertas juntos.

Jovens, Maduros, Idosos, pessoas com novos e “velhos” relacionamentos, reflitam sobre essas dicas.

Obrigado.

Até…

Sobre cuidardequemcuida:
Psicóloga com ampla experiência em trabalhar com prevenção e educação em saúde, seja individual ou grupos.  Em consultório, atende individualmente e realiza grupos de Relaxamento, Obesidade, “Ser Saudável”.

 

Títulos: Supervisão em Psicologia Clínica e Educacional,

Especialização em Psicologia Hospitalar e Psicomotricidade.

Conselheira pelo SENAD em Álcool e Drogas. Coaching Woman to be.

Atua em consultório, empresas, clubes e ONGs.

Pedagoga com ampla experiência em coordenação pedagógica e direção de pré-escolas, planejamento estratégico e qualidade. Voluntária em ONGs, hospitais e instituições escolares.
Publicado em 4 de abril de 2014 por cuidardequemcuidaEsse post foi publicado em Psicologia e comportamento..

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